Panquecas de frango e maçã verde

21 May 2008 In: massas

Eu não sei o quanto fica bem postar mais uma receita de panqueca. Mas olha que assadeira enorme e lindona:

Panqueca de frango e maçã verde 1

Vamos pelo começo: A-d-o-r-o panquecas!
Só que acho uma comida meio, hum… breguinha! Como eu disse para a Marcele um dia desses, ninguém leva a namorada para “comer umas panquecas”…

Além disso, sempre tive uma relação tempestuosa com as redondinhas. Às vezes a massa saía grossa demais, noutras, quebradiças ou muito aeradas… droga!
Depois de algum tempo, acertei a receita, pra nunca mais errar: Dois ovos, 250ml de leite, 300 gramas de farinha de trigo, 25 gramas de manteiga derretida e uma pitadinha de sal. Bato no liquidificador e mando pra frigideira!

Atualmente, não há mês que eu passe sem comer uma panquequinha. Vario os formatos, os recheios, e assim tenho uma carta na manga, quando o tempo urge e eu estou atrasado.

Ontem eu tinha meio quilo de frango desfiado e três maçãs verdes na geladeira. Já era um bom começo! Enquanto picava as maçãs em cubos bem pequenos, meia cebola ralada dourava em um fio de azeite.

Acrescentei o frango desfiado. Ao frango, um cálice de vermute branco seco.
Vermute evaporado como se deve, juntei as maçãs e um vidro de leite de coco. Deixei cozinhando por cerca de 30 minutos, e nesse interím, acrescentei um pouco de curry e de salsinha desidratada. Depois dos trinta minutos, ajustei o sal e acrescentei uma lata de creme de leite.

Mexi bem, e esperei esfriar um pouco, para eu poder manusear legal. Enquanto isso, fiz um bechamel, com um pouco de leite de coco (manjam fazer bechamel?). Recheei as panquecas, do jeito mais fácil possível (enroladas), cobri com o bechamel e mandei pro forno, pra gratinar.

Panqueca de frango e maçã verde 2

Em casa eu chamo minha namorida pra comer panquecas sim!

Cogumelos recheados

20 May 2008 In: carnes, vegetais

recheados1

Eles estavam em promoção, por isso não pestanejei.
Agarrei-me a um quilo deles (dos bem graúdos!) e os trouxe pra casa com uma idéia fixa: recheá-los com o que tenho de mais saboroso perdido na geladeira!

Primeiro lave os cogumelos com água fria e corte os talos bem rente. Reserve.
Numa panela, frite meia cebola média picada com uma colher de chá de manteiga.
Acrescente 2 tomates picados sem pele e sem sementes, um peito de frango defumado picadinho ou desfiado e três punhados de folhas de espinafre. Tempere com orégano, sal e pimenta ao seu gosto.
Reduza o fogo e deixe que cozinhe até as folhas de espinafre murcharem.

Acomode os cogumelos virados de cabeca pra baixo em uma forma ou prato refratário, coloque o recheio por cima, polvilhe lascas de queijo parmesão e leve ao forno médio por 20 minutos ou até os cogumelos ficarem macios.

recheados2

My precious!

Bistequinha agridoce

19 May 2008 In: carnes, divagações

-Alô!
-Oi Lê! Tudo bem?
-Tudo Vã, e aí? Tá na boa?
-Tá sim… mas eu precisava de um favor: Comprei por impulso aquelas bistequinhas de porco junto com você e não sei o quê fazer.
-Coma elas que você não vai errar…
-Dããããã… você entendeu. Eu não sei como fazer pra variar, né?

-Quanto que você comprou de carne?
-Ah, um pouquinho mais de um quilo… eles sempre pesam mais do que a gente pediu né?
-Cara… entra no meu site e pega alguma idéia lá!
-Ai Lê… me ajuda, vai!
-Tá bom: Pega um punhado de alecrim fresco, um pouquinho de orégano e mais um pouco de tomilho. O mesmo tanto pra todos, ok?
-Pode ser seco o alecrim?
-Claro que pode! Daí você mistura tudo com um pouco de sal, pimenta do reino e uma xícara de vinagre branco e rega a carne com isso. Manda pro forno por uma hora e meia.
-Beleza amigo! Você sempre me salva!
-Calma que eu não terminei! Pega meia xícara de chá de mel e uma xícara de catchup. Aqueça os dois em fogo bem baixinho. Quando a costela estiver douradinha, pincele essa mistura de mel+catchup e mande pro forno por mais uns 10 minutos. Sucesso!!

Bistequinha agridoce

Esse diálogo é totalmente fictício. Mas eu tenho certeza de que a Vanessa vai me ligar ainda hoje. E o diálogo será exatamente esse!

Salada de filhote de polvo

16 May 2008 In: peixes, vegetais

Sei que essa não é a melhor época (aqui no hemisfério sul) para se comer saladas. Pra falar a verdade elas nem me apetecem agora no inverno (juro!), mas achei essa receita no meu recém adquirido livro “30minute LOW-FAT” e não resisti. Simplesmente porque sou louca por frutos do mar (vide minhas receitas), e mais ainda por polvo, seja ele filhote ou “gente grande”.

Um pitaco aqui, outro acolá e saiu assim:

Lave e deixe secando as folhas de salada da sua preferência.
Ferva aproximadamente 3 litros de água numa panela grande, e coloque 1Kg de filhotes de polvo para cozinhar durante 10 minutos.
Enquanto isso, prepare num recipente o molho da salada: 70 ml de azeite extra virgem (nham!), suco de um limão, um dente de alho amassado, uma colher de café de mostarda Dijon, coentro, salsa e cebolinha beeem picadinhos, sal e pimenta a gosto.
Escorra os filhotes de polvo, corte um por um ao meio (opcional) e acomode-os na saladeira juntamente com as folhas. Acrescente o molho, misture tudo e finalize com lascas de parmesão. (Eu comi a salada “quentinha”. O livro sugere que a salada seja levada a geladeira por duas horas antes de servir.).

saladadepolvo

Faça chuva ou faça sol!

Bar do Bolinho

15 May 2008 In: carnes, divagações

Eu moro em uma região de São Paulo, o tal ABC Paulista, que atende à um termo geográfico chamado Conurbação. Esse termo é utilizado quando uma cidade é colada à outra de tal forma que você não vê diferença alguma quando passa os limites de uma cidade para outra.

Você está em uma avenida grande, cheia de estabelecimentos comerciais, e um metro depois continua na mesma avenida, com os mesmos comércios, mas em outra cidade.

Embora sejam grandes cidades, Santo André, São Bernardo e São Caetano não ostentam muita fama quando se trata de culinária. Uma injustiça, pois por aqui temos grandes quitutes a serem provados. Um deles é “O” bolinho do Bar do Bolinho. Um bolinho de carne sensacional, que existe há pelo menos 30 anos. Meu pai, nas suas clássicas noitadas, já ia até lá para recarregar as energias.

Os donos do bar construíram seu patrimônio todo em cima dessa receita. Merecidamente, pois como o bolinho é uma delícia, o bar está sempre lotado. E lá no balcão, provando um “Pão com provolone e dois bolinhos” (sério), eu me impus o desafio de replicar a receita do bolinho em casa. Já adianto que não consegui, pois embora a textura tenha ficado igual e o sabor excelente, ainda falta alguma coisa. Mas eu ainda chego lá!

Fiz a minha receita de purê de batatas, com 800 gramas de batatas. Não coloquei tanta manteiga, pois eu precisava dele um pouco menos cremoso.
Deixei o purê descansando e fui me dedicar à carne. No bar, o bolinho é MUITO temperado. Muita cebola, muita salsa, e o ingrediente que eu ainda vou descobrir.

Peguei um quilo de patinho moído três vezes e acrescentei 200 gramas de toucinho, também moído. Três maços de cheiro-verde (salsa+cebolinha), um maço de coentros e seis cebolas, picadas grosseiramente, entraram nessa mistura. Duas colheres de sopa de alho picado e duas colheres de sopa com pimenta do reino também.
Esfarelei três cubinhos de caldo de bacon no meio da mistura e ajustei o sal com um bom punhado. Eu avisei que era muito temperado!

A massa não pode ficar muito firme. A textura do bolinho servido no bar é bem crocante por fora (por conta do empanamento com farinha de mandioca) e molinho por dentro.

Faça bolotas grandes, do tamanho de uma ameixa, e empane, passando levemente na farinha de trigo, depois em ovos batidos com um pouco de sal e por fim, numa mistura de farinha de mandioca crua + farinha de rosca, na proporção 70-30%.

Pra fritar, você tem que controlar bem o óleo. Como as bolotas são relativamente grandes, o óleo não pode estar tão quente, senão o quitute ficará cru por dentro.

Coma com uma pimentinha bem forte, um vinagrete e uma cerveja geladíssima. Ou então, em um dos jeitos servidos no bar: dois bolinhos amassados, dentro de um pão francês, com provolone derretido.

Cara… o seu bolinho vai ficar tão bom que você vai querer provar o original aqui em São Bernarrrrrrdo!

Bar do bolinho

Se vier pra cá, não se esqueça de me chamar!

Penne com molho cremoso de lula

14 May 2008 In: massas, peixes

Há alguns dias a Dadivosa postou uma receita deliciosa de Risoni Rosé que me lembrou demais um dos primeiros pratos que aprendi a fazer na vida: Espaguete Rosé (bem menos caprichado que o da Dadi, diga-se de passagem).
A mistura do molho branco com o molho vermelho sempre me agradou muito, por isso hoje resolvi substituir o creme de leite que costumo usar nessa receita abaixo, pelo béchamel. O “toque dadivoso” deu certo e agora divido com vocês.

Corte meio quilo de lulas (já limpas e sem pele) em anéis, e leve para uma panela com água fervendo por 5 minutos. Escorra e reserve.
Faca o  béchamel e reserve. Aqui você também vai encontrar a receita muito bem explicadinha. Não tem como errar! Juro!
Coloque 250g de penne para cozinhar (eu usei o integral… adoro!).
Agora, refogue aproximadamente por dez minutos os anéis de lula com meia cebola picadinha, três dentes de alho amassados e uma colher de chá de manteiga. Acrescente uma colher de chá de extrato de tomates, uma colher de café de sementes de mostarda, misture e abaixe o fogo.
Hora do béchamel. Coloque o creme aos poucos na panela das lulas refogadas e mexa com cuidado para misturar tudo direitinho. Eu contei dez colheres de sopa de creme para chegar ao ponto que queria. Tá pronto o molho!
Agora escorra a massa que a esta hora já estará saranno al dente e misture tudo numa vasilha grande. Salpique coentro picadinho e ao servir, não esqueça do nosso amigo parmesão.

pennelula

Quibe de forno

13 May 2008 In: carnes

É quibe ou kibe?
Sei lá, adoro os dois! =D

Antes de sair de casa para o trabalho, deixei meio quilo de trigo para quibe de molho em água.
Na volta do trabalho, comprei um quilo de fraldinha moída no açougue. Pedi pro Jabá, meu açougueiro de confiança, moer três vezes a carne. Assim ela ia dar uma liga melhor!

Já em casa, foi facinho:

Misturei metade da carne com o trigo hidratado e escorrido em um pano de prato. Ficou uma massa bonita, esperando ser temperada. E foi isso que fiz, com uma xícara (chá) de salsa, uma de cebolinha e uma de hortelã picadas. Acrescentei três colheres de manteiga e um saquinho inteiro de sopa creme de cebola. É incrível como eu utilizo esse ingrediente… é industrializado, eu sei, mas é tão bom… (viu Faby?)

Um pouco de mix de pimentas moídas, um pouco de sal e minha massa do quibe estava pronta! E aí eu parti pro recheio:

A outra metade da carne foi refogada com tomate picado, coentro, salsa e cebolinha. Assim que a carne ficou bem refogada, acrescentei 250 gramas de requeijão catupiry e mais duas colheres de tahine.

Terminado o recheio, foi só cobrir uma forma com metade da massa do quibe, espalhar o recheio por cima e fechar com a outra metade de massa. Uma mamata, vai?

Cara… não deu nem tempo de terminar a minha dose de arak. Assou em 20 minutos, com o dourador ligado e eu já corri pra tirar a foto!

Kibe de forno

E ainda tinha arguile sabor menta pra fumar depois! Classe A!

Enroladinho de frango super rápido

12 May 2008 In: Uncategorized

Nada pode ser mais rápido do que temperar filés de peito de frango com alho, pimenta e sal, embrulhar (feito rolinho) um pedacinho de blue cheese ou gorgonzola dentro de cada um deles e por fora disso tudo, uma fatia bem fininha de bacon, quase sem gordura. Para ajudar a fechar, usamos palitos de dente.
Depois a gente esquenta uma frigideira com um tico de nada de óleo vegetal, grelha rapidamente esses rolinhos, de um lado para o outro, deixando corar bem o bacon, transfere para uma forma ou refratário e leva pro forno a 180 graus por 20 minutos até que o frango fique bem tenrinho.
A gente serve com arroz maluco (meu caso) ou com salada verde ou com batatinhas coradas ou com cenouras no vapor e vai dormir de barriga cheia e feliz da vida por ter inventado mais uma coisinha gostosa e porque a segunda-feira passou voando!

Bem, pra vocês aí do “ocidente” ela está apenas começando…. ai, ai!

 

enroladinhofrango

Boa segunda pra você!

Parabéns mamãe!

11 May 2008 In: Uncategorized, doces, massas, sopas

Minha mãe é uma pessoa peculiar. Foi criada na roça, trabalhando desde os seis anos de idade. Por isso, nunca foi acostumada à coisas mais sofisticadas.

Embora o paladar dela comporte jiló, ela é incapaz de comer uma comida com muitas invencionices. Certa feita, fiz um macarrão ao molho de limão que estava muito bom. Mas tive que comer sozinho, pois ela sequer provou.

Ainda assim, adoro cozinhar para mamãe! Me vem certa sensação de agradecimento, por tudo o que ela já fez por mim. Todo o meu amor é colocado em cada pitadinha de sal, em cada gota de azeite. E chegar ao final vendo-a comer tudinho me elogiando é gratificante demais! Ela sempre foi uma cozinheira de mão-cheia, e receber um elogio dela, faz sentir-me o melhor cozinheiro do mundo!

Mamãe, já, já, tenho certeza de que você vai me elogiar de novo:

Entrada: Zabaione salgado

Zabaione Salgado

Junte quatro gemas, uma pitadinha de sal e meio copo de água, batendo bem. Quando ficar bem espumoso, coloque em uma vasilha de metal, e cozinhe em banho-maria, dentro de uma panela maior. Não pare de mexer por cinco ou seis minutos. Nesse momento, sua espuma estará bem espessa.
Desligue o fogo e acrescente aos poucos meio copo de azeite extra virgem, misturando bem.

Eu servirei salpicado de salsa desidratada e com um mini brioche. Delícia total!

Prato Principal: Panquequinhas de carne seca

Panquequinhas de carne seca

Vou ser sincero: Essa da foto eu não aguentei e já comi! Que delícia! Por isso estou tão confiante quanto à mamãe me elogiar!

A massa é feita batendo dois ovos, 100 gramas de farinha de trigo, uma colher de sopa de manteiga derretida e 250ml de leite no liquidificador.
Assim que estiver bem espumoso, é só mandar para um frigideira baixa, de cerca de 20cm, até ficarem bem douradas.

Recheei com um refogado de 1kg de carne seca BEM dessalgada, 4 colheres de sopa de manteiga de garrafa, uma cebola picada, e duas doses de cachaça. Temperei com bastante salsa e cebolinha, e ao passo que a cachaça evaporava, eu acrescentei 400 gramas de queijo minas padrão ralado.

Fechei as trouxinhas de massa com cebolinha escaldada e reguei com uma mistura de azeite, sal e orégano. Nham!

Sobremesa: Sorvete verde e amarelo

Sorvete à brasileira

Mamãe é maluca por sorvete. E mesmo hoje estando um friozinho (por isso o zabaione), ela vai adorar esse sorvete!

Os sabores são: manga e abacate. O esquema para fazer, é: Meio quilo de fruta, uma xícara de chá de creme de leite, uma xícara de chá de leite integral, 3/4 de xícara de açúcar cristal e meia colher de chá de sal. Bata cada uma das receitas no liquidificador por cinco minutos, e coloque na sorveteira por 30 minutos. Caso você não tenha sorveteira, mande pro freezer até congelar, bata de novo para quebrar os cristaizinhos de gelo e mande pro congelador de novo. Repita o procedimento por umas 4 ou 5 vezes.

Servi com castanhas do cajú e melaço de cana. Tudo bem brasileiro!

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Mamãe, Cleide, Vó Efa, Cele: Parabéns pra vocês nesse dia! Obrigado por serem mães tão maravilhosas! Um banquete é pouco pra vocês!!!

Um banquete para ela

10 May 2008 In: Uncategorized

É sempre um prazer cozinhar pra minha mãe pois ela come de um tudo, desde que esteja bem quente (lê-se pelando) e bem temperadinho (lê-se com alho).
Dela, entre outras coisas, eu herdei a paixão pelo azeite, pelo vinho e a mania de passear no supermercado. Sim, eu e a minha mãe passeamos no supermercado. E se possível fosse, todos os dias. Sabem como é; temos que conferir as frutas da estação, os novos produtos de limpeza, garantir um peixe sempre fresquinho e aproveitar as promoções do dia ainda que estejamos precisando apenas de um saco de pão.

De todo o cardápio abaixo, tive a oportunidade de preparar somente o creme de abobrinhas certa vez pra ela. Lembro que ainda morava na Alemanha e depois de uma andança de dia inteiro no frio, a gente chegou em casa e eu fiz essa sopinha.

“Por isso mãe, da próxima vez que você vier aqui (ou eu for aí), pode me cobrar, viu???
Vai ser um prazer preparar essas delícias todas para você! Beijo e feliz dia das mães!
P.S.: Sua neta provou e aprovou tudo! Não deixou uma migalha no prato! Ela é das nossas, mãe!!!!”

Entrada: Creme de abobrinhas

diadasmaes1

Refogue na manteiga, no alho e na cebola, meio quilo de abobrinhas cortadas em rodelas. Acrescente duas xícaras de chá de água, um cubinho de caldo de legumes e deixe cozinhar. Assim que a abobrinha estiver desmanchando de cozida, acrescente 200ml de creme de leite fresco, regule o sal e mexa cuidadosamente até “levantar fervura” (isso é muito minha mae!). Desligue o fogo e passe tudo no processador.
Antes de servir o creme, forre o fundo do prato com lascas fininhas de queijo parmesão.
Ah, não esqueça dos croutons!! Os meus são de estrelinha porque hoje é dia de festa e minha mãe merece!

Prato principal: Costeletas de carneiro com molho de tâmaras

dia-das-maes-03

Tempere as costeletas com sal, pimenta do reino moída, folhinhas de hortelã fresco, alecrim, alho e uma boa dose de vinho tinto seco. Deixe marinar por pelo menos duas horas.
Numa frigideira aqueça duas colheres de azeite extra virgem e quando estiver bem quente, sele as costeletas, grelhando muito rapidamente dos dois lados. Em seguida, acomode num refratário e leve ao forno para assar por aproximadamente 15 minutos em fogo médio.
Enquanto isso, na frigideira onde a carne foi selada, coloque meio cálice de vinho tinto seco, uma xícara de chá de água, uma colher de sopa rasa de acúcar e 80g de tâmaras secas bem picadinhas. Deixe que cozinhe por 15 minutos em fogo médio para reduzir a água e passe no processador para obter um creme bem liso. Fica ao seu gosto acrescentar também parte da gordurinha que as costeletas soltam depois de assadas no forno. Eu fiz isso e ficou bem saboroso!
Acompanham batatas assadas com páprica e salada quente de vagem.

Sobremesa: Casadinho de limão

diadasmaes2

Noutro dia, achei no caderno de culinária da minha revista favorita de decoração, uma receita incrível de biscoitinhos amanteigados de gengibre.
Tão logo acabei de ler, pensei o quão gostoso seria comer essa delícia com um creme bem feitinho de limão. Não é que deu certo???
Para o biscoito você vai precisar de 125g de manteiga, 50g de açúcar, uma pitada de sal, uma colher de essência de baunilha, 150g de farinha de trigo e uma colher de café bem cheia de gengibre ralado.
Primeiro bata na batedeira (em velocidade baixa) a manteiga, o acúcar, a baunilha e o sal até que todos esses ingredientes se combinem. Em seguida vá acrescentando a farinha aos poucos e por fim o gengibre e bata mais um pouco até obter um creme homogêneo e bem pastoso.
Coloque esse creme num saco de confeiteiro. Num tabuleiro grande, forrado com papel manteiga, faça rosquinhas de 3cm de diâmetro e leve ao forno pré-aquecido em 160 graus por aproximadamente 20 minutos (os meus saíram um pouquinho antes disso), retire do forno e deixe esfriar.
Para o creme, basta misturar em uma vasilha o suco de três limões com uma lata de creme de leite sem soro e uma lata de leite condensado.
Você vai precisar também de claras em neve batidas em ponto de suspiro para o acabamento do casadinho. Basta bater na batedeira, três claras de ovo com três colheres rasas de chá de açúcar.
A montagem é bem simples: um biscoitinho, uma camada generosa de creme, outro biscoitinho e com a ajuda do saco de confeiteiro, um pequeno suspiro em cima do último biscoitinho da torre. Eu usei um mini maçarico para corar meu suspiro, mas caso você não tenha, arrume os casadinhos num tabuleiro e leve ao forno rapidamente para dourar as claras ou ainda, simplesmente substitua o suspiro polvilhando em cima dos casadinhos uma farinha de amêndoas trituradas e misturada com raspas da casca de um limão. Antes de servir, leve para a geladeira durante uma hora.

Você também pode servir essa sobremesa em copos ou tigelinhas de sobremesa: faça uma camada de biscoitos, outra de creme, outra de biscoitos e assim sucessivamente. Por fim, uma camada generosa de merengue e polvilhe raspas de casca de limão.

diadasmaes4

Um beijo para todas as mães nesse dia!

Especial Dia das Mães

9 May 2008 In: Uncategorized

 

bebes

Sim, sim, são elas sim! Nossas queridas, amadas, idolatradas, salve-salve; MÃES!
Definitivamente é impossível deixar passar essa data sem comemoração especial.
Durante esse fim-de-semana o COZINHA PEQUENA traz duas opções de cardápio para o dia das mães, composto de entrada, prato principal e sobremesa.
Se você passar por aqui no sábado e no domingo, temos certeza que não vai se arrepender!
Nos vemos então???

Até amanhã!

E depois!

Leandro (com medo do palhaço) e Marcele (querendo ser coelha)

 

Risoto de erva doce e pancetta

9 May 2008 In: Risottos

Arroz arbóreo.
Erva-doce.
Pancetta.

Cara, o que poderia ser melhor nesse friozinho, do que um risoto? Claro, temos muitas outras opções: Uma quiche bem quentinha, uma vaca atolada bem forte, uma sopa bem gostosa. Todas opções muito boas, mas um risoto não fica atrás!

Pelo menos essa era minha idéia ontem…

Usei um bulbo inteiro de erva doce, bem picado, mais cerca de 300 gramas de pancetta… o esquemão pra fazer, é aquela coisa carinhosa de sempre. Se eu explicar isso toda semana, vocês vão cansar de mim!

O segredo aqui é fritar bem a pancetta, e acrescentá-la junto do arroz assim que o vinho (ou vermute branco, como foi o meu caso) secar.

A erva-doce entra em seguida, cortada às rodelas. Vai ficar molinha, gostosa de mastigar e vai perfumar sua casa toda!

Assim que terminei, variei um pouco e não acrescentei a manteiga. Acrescentei a mesma quantidade de requeijão. Ficou bem cremoso e combinou muito bem com o sabor!

Sabem, estou escrevendo aqui e ficando com água na boca! Não sobrou nadinha de nada desta vez! Como diz o Khodair, “comi muito“!

Erva doce e pancetta

Ah! Usei caldo de galinha neste prato, viu?

Sobre a cozinha

Nossos acertos, erros e impressões sobre o maravilhoso mundo da culinária. Descobrimos que a cozinha é uma fábrica de prazeres. Sem contar aquela explosão de odores, sabores, cores, formas, texturas e sensações. Cozinha é lugar de descobertas, de receber amigos queridos, de preparar um caldinho pra quem está de cama, pra cultivar ervas na janela, assar frango no domingo e fazer bolinhos de chuva numa tarde fria. Não somos qualificados e nem seguimos nada à rigor. COZINHA PEQUENA é nosso espaço de troca e diversão. Se você é destemido, sabe descascar alho e gosta de estar por dentro do que acontece nesse cômodo da casa, coloque um avental e mão na massa! Mesmo em uma cozinha pequena, os resultados podem ser grandiosos! Ou não.


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